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Governança de dados: 5 passos para implementar nas organizações

3 minutos para ler

O volume de informações geradas todos os dias dentro de uma organização só cresce, contudo, existe a dificuldade de utilizar essa grande massa como uma vantagem competitiva, afinal, é preciso processar e analisar tudo isso. Para isso, é necessário investir em governança de dados.

Conforme a transformação digital avança e a competitividade no mercado se acirra, toda e qualquer vantagem competitiva pode fazer a diferença. Um bom manejo de dados gera conhecimento, que se transforma em boas estratégias. Entenda mais no texto abaixo!

O que é governança de dados

Podemos conceituar a governança de dados como uma forma de realizar uma gestão eficiente de toda a informação digital gerada dentro de uma organização.

Tal ação tem como intuito gerar insights sobre o que pode ser melhorado, buscando a redução de custos, aumento de produtividade, menor uso de recursos e outros pontos que possam aumentar a competitividade da empresa no mercado.

Quais são os seus benefícios

Separamos 3 benefícios principais da governança de dados, que podem trazer vantagens ao seu negócio:

  • transparência ─ pode-se verificar realmente o que acontece em cada um dos setores da empresa de forma transparente;
  • redução de custos ─ visualizam-se gargalos de produção e pode-se aplicar as correções necessárias;
  • eficiência de processos ─ é possível melhorar todos os processos executados dentro da organização, buscando uma otimização das atividades.

Quais os passos para implementar a governança de dados

Para ajudá-lo a implementar a governança de dados dentro de sua organização, criamos um pequeno passo a passo contendo as principais etapas desta jornada. Acompanhe!

1. Identificar a situação atual

O primeiro passo, antes de se tomar qualquer atitude, é identificar qual é a situação atual da gestão da informação em sua empresa. De onde os dados vêm, para onde eles vão, quem utiliza essas informações, o que falta, o que sobra. São vários pontos a serem levantados.

2. Determinar os titulares da informação

A partir desse mapeamento, é possível identificar os chamados titulares da informação, que são os profissionais que lidam com determinados dados, sejam os produzindo, sejam os consumindo. São as demandas deles que devem ser atendidas.

3. Desenvolver uma estratégia clara

Para que os titulares possam receber dados precisos e confiáveis é preciso desenvolver uma estratégia clara de coleta. Garantir que as informações sejam confiáveis e precisas, extraídas constantemente, da mesma forma, de uma mesma fonte. Para isso, uma estratégia clara e conhecida por todos deve ser criada.

4. Extrair o total potencial das informações

Um erro comum é deixar de extrair todo o potencial que os dados possuem, acreditando que determinadas informações não têm relevância. Busque entender tudo o que pode ser entendido por meio da análise de uma determinada massa de dados.

5. Garantir a disponibilidade dos dados

Por fim, não basta coletar, processar e analisar as informações, os profissionais devem ter acesso a esses dados para que possam fazer uso em suas atividades diárias e tirar proveito deles. A isso chamamos disponibilidade.

A governança de dados é uma grande aliada das empresas na hora de aumentar sua competitividade no mercado, permitindo utilizar as informações geradas pela própria organização para melhorar sua produtividade e resultados.

Não deixe de comentar logo abaixo e esclarecer qualquer dúvida que você possa ter ao ler este post!

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